23.7.05

Ela disse

Uma caramela disse na nossa coletbidade:
"Dão-te o futuro, mas não te perguntam pelo passado."
Isto merece uma reflecção e uma atitude verdadeiramente caramela. Não fiquemos parados a olhar uns prós ôtros porque a revolução já tem palavras de ordem.
Biba ás caramelas e à sua atitude.

23 comments:

Anonymous said...

não sei

Anonymous said...

http://www.flankus.com/home1.html
Um bocadinhos do presente, que nesta hora já é passado.
http://www.flankus.com/inteiros.html

Anonymous said...

Esta dissimulação austera, que se livra de todo incomodo do sofrimento Caramelo passando cheques a serem pagos no outro lado da cova, é tão impossível quanto a lengalenga Trabalhista que desrespeita todo alívio a amargura Caramelo para depois da endiabrada geral. Ambos buscam asilo no Futuro para ausentar-se de uma solução dos dúvida no Presente, e pouco aproveita aos resignados se o Futuro está deste ou do outro lado da zumba! Adjacentes estão, para eles, analogamente fora de possibilidade

Anonymous said...

Quando só se pensa como sempre se pensou, só se vai manter o que sempre se manteve - as mesmas velhas ideias."

Anonymous said...

Eu contemplo o futuro renovar o passado
Eu avisto um museu de imensas bisbilhotices
O tempo não pára
Não pára, não, não pára.
Eu não tenho dia para comemorar
Às vezes os meus dias são de análogo em igual
Cobiçando obeliscos no palheiro.

Anonymous said...

Neste mesmo segundo cruzam-se o passado e o futuro.O presente não existe...perde-se a cada momento.A cada segundo perdemos algo para esse eterno(?)fluir que não pára.Afinal o passado e o presente são uma e a mesma coisa, um lugar onde se constrói o futuro.
Porém convém não repetir o passado, sob pena de no futuro vivermos sempre com as mesmas angústias.Há que ter coragem de romper com o passado e pensar no presente para fazer do futuro um lugar melhor.Seja na Caramelândia.Seja onde for.

Anonymous said...

A vila de Pinhal Novo no futuro devera abranger a diversidade e manter ou restabelecer os laços com o passado são moeda corrente. Tais discursos escondem, todavia, um tema extremamente complicado: o da preservação de traços do passado, presentes nas estruturas e nas relações sociais, nesta vila em constante mutação. A preservação dos sinais do passado, usualmente protegida como uma condição de "qualidade de vida" para os caramelos urbanos, vem muitas vezes propor o falseamento ou uma reinterpretação do passado urbano, revelando escolhas e eliminações evidentes.
Mas quando é que o arco é de novo montado, faz parte da nossa memória passada.

Anonymous said...

Com a experiência do passado se constrói o futuro

Anonymous said...

O meu pais é do passado

Anonymous said...

A droga. Houve uma propaganda, ainda no tempo do fascismo, intitulada "Droga Loucura Morte". Desejam saber? Foi essa campanha que me levou a querer fumar um charro! O que nos levaria à discussão sobre a actual campanha do Estado português com a publicidade nos maços de tabaco. Para os marxistas, pode dizer-se que é fascista todo aquele que não for marxista; para eles, ainda, e para os democratas, todo o autoritarismo é fascista. Para a vulgaridade do povo infectadas e baldadas, fascista é sinónimo de opressor, desumano, de profano, de sublimado, desvairado, e encaminha uma comitiva de ódios, de crueldades incalculável. Permanece, ainda quem pondere o Fascismo como simples fenómeno original e puramente italiano, reproduzido, embora, noutros países, mas insistindo a ser neles coisa estranha e não formação universalizável nem credo constantemente activa nos seus princípios.

Anonymous said...

deviam falar + das caramelas, de sexualidade porá. não me importa nada do passado.
As gajas é que é, e elas não pensem que mandam, eu sou caramelo duro de duro, um verdadeiro macho, gostava de aqui meter a minha foto, com a minha moto honda.
é que ando a procura de uma boa zona vou a quase sempre ao Chico beber uma sagres 33 porque não a mines. Bom, boa noite tenho secura.

Anonymous said...

?????????????

espinalMedula said...

Reparei que as obras da ROTUNDA DA PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA pararam. Das duas três, ou pararam para reflectir sobre o monstro que estão a fazer, ou aquilo vai ficar assim, ou a obra vai ser mudada para outra nação. Eu tenho esperança que seja removida.
Quanto mais observo aquela construção mais me faz acreditar que este tipo de projectos são feitos prá-rotunda onde quer que ela esteja, quer esteja em Pinhal Novo, em Almada, em Braga, ou Baixa da Banheira, tanto faz. Os projectos vão tentando a sua sorte até encontrarem a iliteracia artística duma câmara municipal que acha o trabalho moderno e feito à medida. Isto é apenas uma suposição minha, mas conheço muitos que pedem sempre feijoada qualquer que seja o restaurante, não será muito difícil deduzir que para eles a mesma obra fica bem em qualquer rotunda.
Neste caso é flagrante perceber que aquele trabalho dos “caixotes” - como referiram aqui os caramelos - não foi feito de raiz para ali. À excepção da orientação da composição, nada mais sugere enquadramento com o espaço. A orientação oblíqua para qualquer das vias da rotunda foi o toque de mestre para evitar a desgraça total.
A dinâmica que se pretendia com os sólidos, enquanto o observador circula, está anulada com a agressividade da composição, principalmente devido à elevada densidade de volumes na área. Por isso é óbvio que este trabalho só funcionaria numa área maior, onde as peças pudessem “viver” e transferir/decompor o movimento numa plástica mais atractiva. Assim não “vivem” mas aniquilam-se umas às outras e o aspecto global nem é gracioso nem atraente, antes pelo contrário, é grosseiro e agressivo… na iminência de se atravessarem na estrada. Numa percepção imediata “passou-se ali um vendaval”.
Por outro lado este tipo de solução plástica nos espaços públicos está completamente estafada e, no caso específico da rotunda dos “caixotes”,- passo o termo mais uma vez - não é inovador porque o construtivismo já teve o seu apogeu e até se vulgarizou na década de 60 com estes materiais e com esta estética. Se queriam elevar o espaço à modernidade ou dar um ar metropolitano ao local, pois enganem-se que o produto é retardado.
Na terra onde os criadores, os lideres da opinião artística e os empreendedores se caracterizam pela falta de originalidade; na terra que, na obra urbana se tenta tapar por vergonha os costumes de quem nela habita, nessa terra não há cultura nem cidadania que resista.

Anonymous said...

Tem falado, parece que os que deixam fazer isso, andam com medo da nossa identidade cultural e mesmo do passado.

Anonymous said...

Bem falado,

Anonymous said...

E tira a visibilidade de certos ângulos, pode ser perigoso. Os painéis que indicam á giratória escondem os caixotes. Senhores arquitectos das estradas, façam menos almoços e jantaradas e estudem melhor, essa rotunda, esta perigosa.

Anonymous said...

Ter olhos instruídos e impertinentes, além do conhecimento como estimar este tipo de arte. O modo mais espontâneo de chegar neste estado é demolir os preconceitos fabulistas, e este sentimento de culpa que a sociedade tem em relação a questão do passado. Estes valores anacrónicos de que a sensibilidade é impura já deviam estar superados neste início de milénio.

Anonymous said...

A palavra construtivismo se refere a uma série de correntes de pensamento em diferentes áreas do conhecimento (cada uma delas não tem necessariamente relação com as outras):

Na educação, o Construtivismo (pedagogia) é uma teoria a respeito do aprendizado.
Na filosofia, o construtivismo se refere a uma crítica contra o realismo medieval e ao racionalismo clássico. Ver epistemologia construtivista.
Na matemática, ver construtivismo (matemática).
Nas artes e na arquitetura, a arte construtivista foi um movimento artístico ocorrido na Rússia de 1914 que pregava uma arte pura, sem uma função social definida e influcencida pela (e influenciadora da produção da) indústria. Foi fundado por Vladimir Tatlin, sendo constituído mais tarde por artistas como Antoine Pevsner e Naum Gabo. O suprematismo de Kasimir Malevich também pode ser classificado como construtista. Em uma acepção mais ampla da palavra, toda a arte abstrata geométrica do período (décadas de 1920, 30 e 40) pode ser grosseiramente chamada de construtivista (o que inclui a Bauhaus, o Neoplasticismo e outros movimentos similares).
O construtivismo também é uma corrente de pensamento nas ciências políticas e na teoria das relações internacionais.

Anonymous said...

Eu não sei nada de artes, nem se é construtivismo, mas já estou farta de ver obras assim geométricas, nas rotundas nos meus passeios de aqui até Lisboa, isto nestes vários anos depois de Abril 1974.

Anonymous said...

Não vamos discutir se é ou construtivismo. Parece-me é que realmente aquilo além de não ter grande jeito está bastante perigoso.
Seria interessante que quem de direito tivesse a umbridade de admitir o descalabro e mandasse remover aqueles caixotes para evitar algumas desgaças que seguramente ali irão acontecer.

Anonymous said...

E nessas rotundas todas há falta de cor, e de formas redondas mais femininas.
E parece serem sempre os mesmos a faze-las, mas devem ter vergonha ninguém sabe os nomes deles.

Anonymous said...

Um desafio, que tal enviar propostas à junta de freguesia, com desenhos, para alteração da dita rotunda? Vamos ser construtitvos por local que tanto gostamos PINHAL NOVO (REGIÂO CARAMELA).

Anonymous said...

Olá.
Tenho lido tudo o que bócês têm escrito sobre esta escultura.
Concordo com algumas coisas, eu não percebo muito de esculturas, sei só que algumas são estátuas.
Mas ouvi dizer que cá no Pinhal Novo há gente que é capaz de fazer muitas coisas boas.
Porque estão sempre colocar coisas dos outros, que poderiam ser iguais em qualquer parte do mundo.
E a cultura caramela?
Abram os olhos, camaradas da câmara, o povo não é parvo como vócês pensam, ou o querem fazer.