É com todo o rejegozijo que o nosso pobo vem dar um passeio à Feira de Maio, feira de bariedades dedicada inteiramente a atrair os caramelos mais brabios vindos dos baldios mais remotos do nosso territóiro. Como sempre a feira espalha-se pela Praça da Independência-Caramela, à bolta do marcado intigo cuja arquitectura (inspirada no meio-bidom birado ao contrário), se confronta com as barracas.
Esta feira tem como núcleo de combíbio a zona dos Carrinhos de Choque. Este carrossel foi totalmente desimbolbido pelos Laboratórios de Psicologia Caramela (L.P.C.) como aparelho psico-terapêutico aos impulsos mais brabios. Os Carrinhos de Choque serbem essencialmente para satisfazer a buntade dos caramelos em exercer a sua cidadania ao bolante dum automóbel. Tem como princípio a ausência total de regras ou sinais de trânsito, podendo, sempre que apeteça ao condutor, abalroar o carro do bizinho, tantas vezes quanto lhe apetecer. Este aparelho (carrossel) está munido de luzes e músicas nerbozentas para proporcionar um ambiente de aparbalhar ainda mais o automobilista. Está tamém equipado com bancos em toda a bolta para aqueles que andam a pé, possam olserbar-discutir-interferir as ocorrências do trânsito.
O protótipo deste aparelho, foi feito nos anos 60 pela FLC, e era uma réplica às estradas lusitanas da época. Os carrinhos não tinham borrachas à bolta e em vez de introduzir fichas, introduziam-se caricas de mines compradas numa taberna (montada para o efeito, à berma da estrada), além disso os carros atingiam belocidades superiores a uma Zundapp de cabeça rebaixada. Os efeitos eram debastadores, por isso o modelo sofreu algumas alterações, ganhando o fitiu como hoije podemos ber na Feira de Maio.
Contudo, o modelo não satisfaz completamente os impulsos mais brabios do caramelo profundo. Ainda ontem, por exemplo, bários automobilistas dos Carrinhos de Choque, não satisfeitos com as borrachas, e não vendo estragos visíbeis no vizinho, despiram-se em tronco nu e dedicaram-se à punhada, transformando o recinto num berdadeiro ponto de interesse. A grande diferença é que o trânsito não parou para olserbar a ocorrência. Antes pelo cuntrairo, a circulação acelarou ainda mais, passando por dentro da garreia num misto de grande entusiasmo e coraige.
Para solucionar este problema, a FLC recorreu à engenharia japonesa que consegue meter televisões no tablier dos carros. A nossa solução provisória é a montaige duma tela de cinema dentro do carrossel, para que, enquanto os nossos condutores conduzem, vejam os filmes do Bud Spencer.
Esta feira tem como núcleo de combíbio a zona dos Carrinhos de Choque. Este carrossel foi totalmente desimbolbido pelos Laboratórios de Psicologia Caramela (L.P.C.) como aparelho psico-terapêutico aos impulsos mais brabios. Os Carrinhos de Choque serbem essencialmente para satisfazer a buntade dos caramelos em exercer a sua cidadania ao bolante dum automóbel. Tem como princípio a ausência total de regras ou sinais de trânsito, podendo, sempre que apeteça ao condutor, abalroar o carro do bizinho, tantas vezes quanto lhe apetecer. Este aparelho (carrossel) está munido de luzes e músicas nerbozentas para proporcionar um ambiente de aparbalhar ainda mais o automobilista. Está tamém equipado com bancos em toda a bolta para aqueles que andam a pé, possam olserbar-discutir-interferir as ocorrências do trânsito.
O protótipo deste aparelho, foi feito nos anos 60 pela FLC, e era uma réplica às estradas lusitanas da época. Os carrinhos não tinham borrachas à bolta e em vez de introduzir fichas, introduziam-se caricas de mines compradas numa taberna (montada para o efeito, à berma da estrada), além disso os carros atingiam belocidades superiores a uma Zundapp de cabeça rebaixada. Os efeitos eram debastadores, por isso o modelo sofreu algumas alterações, ganhando o fitiu como hoije podemos ber na Feira de Maio.
Contudo, o modelo não satisfaz completamente os impulsos mais brabios do caramelo profundo. Ainda ontem, por exemplo, bários automobilistas dos Carrinhos de Choque, não satisfeitos com as borrachas, e não vendo estragos visíbeis no vizinho, despiram-se em tronco nu e dedicaram-se à punhada, transformando o recinto num berdadeiro ponto de interesse. A grande diferença é que o trânsito não parou para olserbar a ocorrência. Antes pelo cuntrairo, a circulação acelarou ainda mais, passando por dentro da garreia num misto de grande entusiasmo e coraige.
Para solucionar este problema, a FLC recorreu à engenharia japonesa que consegue meter televisões no tablier dos carros. A nossa solução provisória é a montaige duma tela de cinema dentro do carrossel, para que, enquanto os nossos condutores conduzem, vejam os filmes do Bud Spencer.
Tudo para nosso rezegojizo e para o bem da Feira de Maio.


